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Opiniões de quem também faz.
"Ouvi o input_output e gostei das texturas, das alternâncias. Muito bem captado/gerado. Fora o visual, que também curti." (Carlos D)
"Eu acho muito boa a forma como você estrutura suas 'canções' e os timbres que você usa. Tem bastante ruído e eu acho que você sabe jogar bem com os sons na hora certa." (MMeNDES)
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Os ingressos para o show do Pearl Jam, que segundo boatos terá abertura de Reação Em Cadeia e Mudhoney, já estão à venda, por preços de R$ 90 e R$ 160. Dos 165 mil ingressos colocados à venda para os shows de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre, 10 mil foram vendidos em apenas quatro horas após as bilheterias serem abertas.
Local do show: Estádio do Gigantinho
Horário: 21h
Postos de venda:
Bilheteria do Gigantinho (das 10 às 18 horas)
Zaffari-Menino Deus (das 14 às 22 horas)
Bourbon Shopping Country (das 14 às 22 horas)
Telentrega Opus - (51) 3299-0800 (de segunda a sexta-feira, das 9 às 19 horas)
Não irei. Eu vou pagar 120 para ver QUATRO superbandas. Sem contar que o show vai ser na noite do dia em que chegaremos de São Paulo. Mas eu queria ver o Pearl Jam. Gosto bastante dos discos Vs., Vitalogy, No Code e Yield. Não gosto do Ten e do Binaural. Os outros eu ainda não ouvi, por não conhecer ninguém mais que compre discos da banda. Mas ouvi dizer que eles estariam tentando ficar mais parecidos com o Neil Young.
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Poa Róque Town > Vôos de estréia
Discotecagem dos melhores primeiros álbuns da história
DJs João Perassolo & Dani Hyde
Dia 4, sexta, 23h
Beco (João Pessoa, 203)
R$ 5 ingresso + R$ 5 consumo
Estacionamento gratuito, com segurança, no local
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"'Os irmãos Grimm': assistindo a essa obra mais recente de Terry Gilliam, fica claro que a mesma trata-se muito mais de um projeto de encomenda do que de um trabalho estritamente autoral por parte do cineasta. E talvez o grande trunfo de 'Os irmãos Grimm' esteja aí: na incrível capacidade de Gilliam de perverter e melhorar um filme que tinha tudo para cair em fórmulas fáceis de filmes 'fofinhos' e pretensamente na linha fantástica, como 'Em busca da Terra do Nunca' ou 'Amelie Poulain'." (André Kleinert)
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Eu deveria ter feito screen caps, mas não tive tempo.
Ontem eu vi 'Duna', uma ficção-científica dirigida pelo David Lynch e lançada em 1984. Com Kyle McLachlan, (a bonita) Sean Young (uma Fremen, com uma luz azul no lugar do olho), Sting, Max Von Sydow e o carinha que fez 'Um estranho no ninho' (o gago) e 'Cor da noite'. Algumas coisas bem interessantes - idéias lynchianas - e outras menos - acredito que por causa do caráter mais comercial do filme, produzido pelo Dino Di Laurentiis. Os escudos de energia são o ponto alto visual. A trilha sonora é composta pelo Toto (?!). A narradora do filme, filha do imperador do universo conhecido, é a Virginia Madsen, que, 20 anos mais tarde, estrelou 'Sideways' - 'Duna' foi o terceiro dos 59 filmes em que ela já atuou.
Sábado assisti ao 'Retratos de uma obsessão' (o título original é bem melhor: 'One hour photo'), do diretor de videoclipes Mark Romanek, que passou longe dos colegas Spike Jonze e Michel Gondry. É bom quanto às cores, mas a história se desenvolve de forma muito rápida e direta, sem suspense. O ponto alto da história é o final. Com Robin Williams, Connie Nielsen e Michael Vartan - o Padre Joss, de 'Contato'.

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