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segunda-feira, 31 de outubro de 2005

under acid effects
under acid effects,
originally uploaded by [douglasdickel].
Tomei 3/4 de ácido na sexta-feira. Coloquei-o na saliva às 13h e, antes das 14h, que era a previsão, o efeito já havia aparecido. Um efeito colateral é evidente: uma pressão, de dentro para fora, na região entre o estômago e o peito - que o Bruno descreveu como pâncreas. Estava nublado e eu estava sozinho, então fiquei mais em casa. Havia os gatos. Toquei sem parar: baixo, guitarra e sintetizador. Principalmente uns covers cujas letras eu havia imprimido recentemente: 'Winner's blues' (Sonic Youth), 'Lucky' (Radiohead), 'The golden age' (Beck), 'Misunderstood' (Wilco), entre outras. A tevê ficou ligada com o 'Meeting people is easy' rodando no DVD. Às vezes, eu deixava soando um ruído, no sintetizador, parecido com o que há dentro do avião em vôo, e ia fazer outra coisa. Dei uma volta com Arcade Fire nos fones, que rodou duas vezes na íntegra - MARAVILHA. As árvores nas ruas pareceram por um segundo holográficas e movimentantes. Mas só. Fui ao Gasômetro ver as instalações da Bienal, no entanto logo fui enxotado por invasões de turmas de colégios. Adolescentes entraram naquela em que há imagens de nus e ficaram rindo, tropeçaram e caíram etc. Não eram grande coisa mesmo, as instalações. Ácido tem que ser tomado ao ar livre, e com sol. As cores da natureza foram o carro-chefe da minha experiência anterior. O Jardim botânico será o habitat da minha próxima experiência, dessa vez com 1/2. Os 3/4 que eu tomei não deixavam nunca de fazer efeito: deitei às 22h e não consegui dormir. Acordei cedo, no sábado, e não voltei a dormir também. Era isso. O resumo do efeito bom é BEM-ESTAR (clique na foto do canto superior direito para ver um registro fotográfico do bem-estar, com o Tune derramado sobre o meu colo), e o do ruim é (foi, por causa da dose) NÃO PÁRA NUNCA, PORRA. Para mais detalhes, tome você mesmo.

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Opiniões de quem também faz.

"Ouvi o input_output e gostei das texturas, das alternâncias. Muito bem captado/gerado. Fora o visual, que também curti." (Carlos D)

"Eu acho muito boa a forma como você estrutura suas 'canções' e os timbres que você usa. Tem bastante ruído e eu acho que você sabe jogar bem com os sons na hora certa." (MMeNDES)

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Os ingressos para o show do Pearl Jam, que segundo boatos terá abertura de Reação Em Cadeia e Mudhoney, já estão à venda, por preços de R$ 90 e R$ 160. Dos 165 mil ingressos colocados à venda para os shows de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre, 10 mil foram vendidos em apenas quatro horas após as bilheterias serem abertas.

Local do show: Estádio do Gigantinho
Horário: 21h
Postos de venda:

Bilheteria do Gigantinho (das 10 às 18 horas)
Zaffari-Menino Deus (das 14 às 22 horas)
Bourbon Shopping Country (das 14 às 22 horas)
Telentrega Opus - (51) 3299-0800 (de segunda a sexta-feira, das 9 às 19 horas)

Não irei. Eu vou pagar 120 para ver QUATRO superbandas. Sem contar que o show vai ser na noite do dia em que chegaremos de São Paulo. Mas eu queria ver o Pearl Jam. Gosto bastante dos discos Vs., Vitalogy, No Code e Yield. Não gosto do Ten e do Binaural. Os outros eu ainda não ouvi, por não conhecer ninguém mais que compre discos da banda. Mas ouvi dizer que eles estariam tentando ficar mais parecidos com o Neil Young.

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Poa Róque Town > Vôos de estréia
Discotecagem dos melhores primeiros álbuns da história
DJs João Perassolo & Dani Hyde
Dia 4, sexta, 23h
Beco (João Pessoa, 203)
R$ 5 ingresso + R$ 5 consumo
Estacionamento gratuito, com segurança, no local

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"'Os irmãos Grimm': assistindo a essa obra mais recente de Terry Gilliam, fica claro que a mesma trata-se muito mais de um projeto de encomenda do que de um trabalho estritamente autoral por parte do cineasta. E talvez o grande trunfo de 'Os irmãos Grimm' esteja aí: na incrível capacidade de Gilliam de perverter e melhorar um filme que tinha tudo para cair em fórmulas fáceis de filmes 'fofinhos' e pretensamente na linha fantástica, como 'Em busca da Terra do Nunca' ou 'Amelie Poulain'." (André Kleinert)

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Eu deveria ter feito screen caps, mas não tive tempo.

Ontem eu vi 'Duna', uma ficção-científica dirigida pelo David Lynch e lançada em 1984. Com Kyle McLachlan, (a bonita) Sean Young (uma Fremen, com uma luz azul no lugar do olho), Sting, Max Von Sydow e o carinha que fez 'Um estranho no ninho' (o gago) e 'Cor da noite'. Algumas coisas bem interessantes - idéias lynchianas - e outras menos - acredito que por causa do caráter mais comercial do filme, produzido pelo Dino Di Laurentiis. Os escudos de energia são o ponto alto visual. A trilha sonora é composta pelo Toto (?!). A narradora do filme, filha do imperador do universo conhecido, é a Virginia Madsen, que, 20 anos mais tarde, estrelou 'Sideways' - 'Duna' foi o terceiro dos 59 filmes em que ela já atuou.



Sábado assisti ao 'Retratos de uma obsessão' (o título original é bem melhor: 'One hour photo'), do diretor de videoclipes Mark Romanek, que passou longe dos colegas Spike Jonze e Michel Gondry. É bom quanto às cores, mas a história se desenvolve de forma muito rápida e direta, sem suspense. O ponto alto da história é o final. Com Robin Williams, Connie Nielsen e Michael Vartan - o Padre Joss, de 'Contato'.

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