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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2005
(Lembrança nunca tida antes.) Eu chorava porque não queria ficar longe da minha mãe quando entrei na 1ª série, mas ao mesmo tempo eu sabia que estava "errando", eu já tinha o senso da responsabilidade, e a minha atitude, contrária ao "dever", já provocava em mim, aos 5 anos, a auto-penitência, a raiva de mim mesmo. Era ambivalente. Todas as minhas limitações emocionais, em virtude da insegurança, sempre me foram punições em dobro, por causa dessa consciência tão precoce quanto a minha inteligência e as minhas obrigações sociais, não-compatíveis com o meu desenvolvimento psicológico, até meados da universidade.
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