Só por Lux Aeterna (1966), que fez parte da trilha de 2001, do Kubrick, o romeno György Ligeti já é um filho da puta. Em 1956, ele foi para Viena, onde conheceu Stockhausen e Hernert Eimert e juntou-se ao Electronic Music Studio, em Colônia. O cara explorou atonalismo, micropolifonia, micro-intervalos, polirritmos e eletrônica, influenciando a composição avant-garde desde sua aparição.
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