Grifos meus. "Às vezes eu acho que as pessoas pelas quais devemos nos sentir mais tristes são aquelas que são incapazes de se relacionar com o profundo - pessoas como o chato do meu cunhado, um cara cordial, tão preocupado com a normalidade e com a adaptação que elimina qualquer chance de singularidade para si mesmo e sua própria personalidade. Eu me pergunto se, algum dia, quando for mais velho, vai acordar e, no âmago de si mesmo, vai se dar conta de que nunca se permitiu existir verdadeiramente, e vai chorar de arrependimento, vergonha e dor". (COUPLAND, Douglas. Primeiro o amor, depois o desencanto e o resto de nossas vidas.)
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