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sexta-feira, 13 de setembro de 2002

Os taoístas, segundo um "livro" de Jolan Chang, acreditam que o homem que não controla a ejaculação e desperdiça o seu sêmem é fraco e doente. O ideal é de duas a três "emissões" a cada dez coitos! É ter dez mulheres numa mesma noite. Dizem que considerar a ejaculação como clímax é só questão de hábito. Que a "felação" é perigosa porque facilita a ejaculação, enquanto que o homem lamber a mulher é magnífico, pois assim ele bebe a essência Yin e sacia a mulher.

Penso que eles imaginam essas coisas todas para sublimar a insegurança sexual e o sentimento de inferioridade com relação à mulher, ou até mesmo para se sentirem mais poderosos do que os outros homens.

Ejaculação é violência e destruição. Só o jeito deles é perfeito, transcendental e digno, e os outros mortais são reles idiotas, numa construção ideológica estupidamente burra, ignorando a realidade fisiológica e próprio prazer quase infinito enquanto dura do orgasmo masculino. Mais ou menos como achar que o coelhinho da Páscoa caga ovos grandes de chocolate.

Ainda por cima chamam eufemicamente pau de galho de jade e buceta de portão de jade, ao mesmo tempo em que dizem que o povo chinês é o que trata o sexo de forma mais natural em todo o mundo. Descrevem com detalhes TODAS as reações que QUALQUER mulher tem numa relação sexual, como se isso fosse possível e, portanto, digno de atenção. Não suportei e fui obrigado a parar imediatamente de ler o troço.

Mudei para The Doors Of Perception, clássico que eu já havia lido uma vez, também no metrô, quando fiz curso de locução de rádio em Porto Alegre. É do Aldous Huxley, sobre experiências com drogas, especificamente a mescalina, que é a síntese da substância psicoativa do peiote, um cactus mastigado por indígenas e simpatizantes do México e do sudoeste dos EUA. Stay tuned em comentários coming soon.

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