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segunda-feira, 30 de setembro de 2002

Nos últimos meses semanas dias (em ordem cronológica inversa):

1- SÁBADO PASSADO. O chuveiro estragou (parou de sair água por ele) e os consertadores cujos números de telefone eu tinha só podiam atender na segunda-feira.

2- SEXTA PASSADA. Encontrei estilhaçado o vidro da porta esquerda do meu carro dentro do estacionamento pelo qual eu pago 60 reais por mês. Roubaram um urso polar de pelúcia, que era a alma do carro, e um macaco-leão que a minha mãe deu de presente. Roubaram ainda dois óculos de sol. De vandalismo, só arrancaram os botões do rádio-toca-fitas velho, provavelmente tentando arrancá-lo do painel. Não levaram um estojo com 15 fitas nem quatro folhas de cheque. Eu vi isso na sexta à noite. Até a manhã de sábado, tive que deixar o carro numa garagem com porteiro-vigia, o que custou 8 reais. O vidro novo custou 65 reais e a sua instalação, 40.

3- SEXTA PASSADA. Meu salário entrou numa conta do Banrisul que eu já fechei duas vezes.

4- SEGUNDA PASSADA. O cheque com que eu paguei o computador voltou porque a conta nova do Banrisul, onde era para estar meu salário, estava vazia.

5- QUINTA RETRASADA. Foi-me entregue o computador novo que eu comprei. Fiz uma lista de NOVE erros. Entre eles, o drive de disquete, o modem e o gravador de CD, que não estavam funcionando.

6- TERÇA RETRASADA. Um carro forte bateu na minha traseira na esquina da Pará com a São Pedro, por causa do alagamento que sempre acontece em dia de chuva em Porto Alegre que molhou a lona do freio.

7- Bateram na traseira do meu carro na BR-116 em Canoas.

8- Furtaram a minha carteira de dentro da minha mochila que estava nas minhas costas num ônibus da linha Santana do Mercado até a Cauduro. Só percebi quando fui pegar o ônibus de volta ao Centro, aí o ladrão já tinha sacado todo o dinheiro da minha conta do Santander, onde eu recebia do Jornal NH. Não só isso, fizeram um empréstimo, totalizando 1.000 reais de prejuízo. Meus documentos não apareceram até hoje.

9- O Detran de Brasília não responde e-mail e seu telefone está sempre ocupado, impossibilitando que eu retire a segunda via dos documentos do carro e perigando uma multa.

10- No alagamento mais feio deste ano, eu estava indo para o ensaio da Tom Bloch quando o carro estragou na Farrapos. Com dois teclados no porta-malas e o carro sem seguro. Não tinha como empurrar porque o trânsito estava trancado. Fiquei duas horas ali até que um cara aceitou ajudar, empurrar para uma "oficina" numa rua transversal escura. Quando o carro pegou, eu fui embora. Notei no caminho que a maleta de ferramentas dele tinha ficado no chão do banco do caroneiro. Abri a tampa e o que havia era uma adaga-faca-espada feita em casa com cabo de fita isolante.

O Azar é infinito e os traumas vão se acumulando, sem volta.

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