Eu não entendo esses literais sem-vergonha que assinam Luís Fernando Veríssimo e ficam espalhando textos pela internet. Ou talvez entenda! Pode ser uma coincidência, alguém com o nome foneticamente idêntico ao do Luis Fernando Verissimo, só que com dois acentos agudos a mais. Assim como há um tal de Érico Veríssimo, cujo nome foi dado a ruas e auditórios, como o do Centro de Ciências da Comunicação da Unisinos, que teve a sorte de ser batizado com o mesmo nome, foneticamente, do autor de O Tempo E O Vento.
Deixando a ironia de lado, o próprio LFV famoso encorajou o seu falsificador a assinar com o verdadeiro nome, pois considerou bom o texto do rapaz e não haveria por que ele deixar de ter a fama endereçada a si mesmo. Isso na época do texto falando mal do FHC, se não me engano. Em duas semanas, recebi duas dessas, muito provavelmente, falsificações. Uma era dita como verídica, na qual um homem narrava sua experiência de se cagar todo, e a outra era uma oração dos estressados, ambas sem a sutileza do pai do Pedro, coisa que já se nota nesse meu relato sintético.
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