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sábado, 10 de janeiro de 2015
"O caso do Rafinha Bastos não tem a ver com liberdade de expressão. Tem a ver com o papel subalterno da mulher. Wanessa Camargo não abriu a boca durante todo o processo, que foi movido até pelo feto dela. O autor era o marido dela, era uma briga de homem. Uma briga idiota, que podia ser respondida com um simples 'Rafinha, cresça e apareça'. Mas não, virou um processo porque a honra do marido foi ultrajada. E era um cara rico. Uma coisa de poder econômico e de poder machista que envolveu o Rafinha. Acho a piada idiota, mas fiquei do lado do Rafinha." (Laerte)
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