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sábado, 10 de janeiro de 2015
"As intenções da campanha #NotInMyName são boas, mas encoraja muçulmanos que vivem em países ocidentais a se dissociar do Estado Islâmico e se entrincheirar numa posição oposta. A campanha acaba dizendo que os muçulmanos são, de alguma forma, responsáveis pelas atrocidades no Iraque, e que eles devem se pronunciar contrariamente para provar que não o fizeram. Ao invés disso, devemos nos fazer as difíceis perguntas: o Estado Islâmico poderia existir hoje sem a devastação da Guerra do Iraque, sem mais de uma década de sanções ocidentais que mataram meio milhão de crianças no Iraque, ou, antes disso, sem o irrestrito apoio ao ditador Saddam Hussein? Em vez de descobrirmos as causas enraizadas desses conflitos brutais, parece que estamos nos focando apenas nos sintomas. Infelizmente, a campanha #NotInMyName desvia a atenção das causas fundamentais que têm levado à situação atual." (Mehreen Faruqi, muçulmana que escreve para o jornal britânico The Guardian e vive na Austrália)
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