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domingo, 26 de outubro de 2014
"O que é, é o que você é, não o que você gostaria de ser; não é o ideal, pois o ideal é fictício, mas é o que você realmente está fazendo, pensando e sentindo de momento a momento. O que é, é o real, e compreender o real requer conscientização, uma mente muito alerta, viva. Mas se nós começamos condenando o que é, se começamos a culpá-lo ou resistir a ele, então não vamos compreender seu movimento. Se eu quiser compreender alguém, não posso condená-lo – devo observá-lo, estudá-lo. Devo amar a própria coisa que estou estudando. Se você quiser compreender uma criança, deve amá-la e não condená-la. Você deve brincar com ela, ver seus movimentos, suas idiossincrasias, seus modos de comportamento; mas se você meramente condena, resiste ou a culpa, não haverá compreensão da criança. Do mesmo modo, para compreender o que é, a pessoa deve observar o que pensa, sente e faz de momento a momento. Isso é o real. Qualquer outra ação, qualquer ideal ou ação ideológica, não é o real – é, meramente, um anseio, um desejo fictício de ser alguma coisa que não existe. Assim, compreender o que é requer um estado de mente em que não há identificação ou condenação, o que significa uma mente que está alerta e, contudo, passiva." (Krishnamurti)
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