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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

<< Quando minha ação se baseia em um ideal que é uma ideia, tal como “Eu devo ser corajoso”, “Devo seguir o exemplo”, “Devo ser caridoso”, “Devo ser socialmente consciente” e assim por diante, essa ideia molda minha ação, dirige minha ação. Todos nós dizemos: “Há um exemplo de virtude que devo seguir”, o que quer dizer, “Devo viver de acordo com isso”. Assim, a ação é baseada nessa ideia. Entre ação e ideia, há um abismo, uma divisão, há um processo de tempo. É isso, não é? Em outras palavras, eu não sou caridoso, não sou amoroso, não existe perdão em meu coração, mas eu sinto que devo ser caridoso. Então, há uma lacuna entre o que eu sou e o que devo ser; nós ficamos o tempo todo tentando transpor essa lacuna. Essa é nossa atividade, não é? Ora, o que aconteceria se a ideia não existisse? De um golpe, você teria removido a lacuna, não teria? Você seria o que você é. Você diz: “Eu sou feio, devo me tornar belo; o que faço?” o que é ação baseada em ideia. Você diz: “Eu não sou compassivo, devo me tornar compassivo”. Assim, você introduz a ideia separada da ação. Por isso, nunca existe ação verdadeira do que você é, mas sempre ação baseada no ideal do que você será. O homem estúpido sempre diz que vai se tornar esperto. Ele senta trabalhando, lutando para se tornar; ele nunca para, nunca diz: “Eu sou estúpido”. Então a ação dele, que se baseia na ideia, não é ação de fato. >> (Krishnamurti)

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