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terça-feira, 26 de agosto de 2014
"Hoje em dia, muitíssimas pessoas se sentem numa lamentável oposição a muitíssimas outras. É um traço fundamental de nossa cultura o homem desconfiar profundamente de pessoas fora do seu próprio meio; portanto, não só um ariano considera um judeu um ser incompreensível e inferior, mas um jogador de futebol sente o mesmo diante de um pianista. Afinal, cada coisa só existe dentro de seus limites, afirmando-se como ato relativamente hostil contra o ambiente; sem Papa não teria havido Lutero, sem pagãos não teria havido Papa; por isso, não se pode negar que a mais intensa inclinação do homem por seus irmãos se baseie na repulsa deles". (Robert Musil em "O homem sem qualidades" [1930]. Tradução de Lya Luft e Carlos Abbenseth)
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