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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

<< O psicólogo americano Albert Bernstein escreveu o livro 'Emotional Vampires: Dealing with People Who Drain You'. Segundo a sua definição, um 'vampiro emocional' é alguém imaturo e narcísico que nos suga a nossa energia vital de várias maneiras: cansa-nos, obriga-nos a prestar atenção, dá cabo da nossa autoestima. Toda a gente já esteve, de uma maneira ou de outra, em contacto com um vampiro. Explica o psicólogo Victor Rodrigues: "Se pensarmos nisto pelo lado psicológico, há várias razões para sentir que estamos a ser sugados. Por exemplo, pode haver uma pessoa que me faz sentir drenado por razões de que nem eu nem ela estamos conscientes. Ela pode-me despertar medos, memórias, recalcamentos, que me fazem sentir mal, sem que nem eu nem ela tenhamos culpa."

Existe o tipo de vampiro 'sofredor', que monopoliza a nossa atenção e nos obriga a ouvi-lo. Não quer soluções, quer é queixar-se. Quem atacam os vampiros? Afinal, onde há um vampiro, tem de haver um pescoço. Os 'pescoços' típicos são aquelas pessoas que dão conversa e colo, as mães do mundo. Ao princípio sentem-se importantes porque alguém precisa da ajuda delas, e de repente descobrem-se presas, porque a outra pessoa não quer nem ajuda nem amizade, só um par de ouvidos...

O top 10 de Albert Bernstein é constituído pelo vampiro Cobrador, que cobra tudo de todos, o Crítico, que se diverte a deitar abaixo, o Adulador, que seduz pelo elogio, o Reclamador, que protesta sem parar, o Inquiridor, que vive de perguntas, o Sofredor, que chora a sua desgraça, o Peganhento, que se cola a nós, o Grilo-Falante, que fala sem parar, o Hipocondríaco, que está sempre nas últimas, e o Agressivo, que declara guerra a tudo. Todos são tóxicos: aprenda a reconhecê-los e a defender-se. >> (Catarina Fonseca/Activa)

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