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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

<< EM MATÉRIA DE ELEIÇÕES, parecemos estar repetindo a época do Império, durante o qual existiam dois partidos de fachada, o Partido Liberal e o Partido Conservador, que se alternavam na representação política, tinham diferenças mínimas e perfeitamente conciliáveis de concepção de administração pública, e chegavam a casar entre si seus filhos e filhas, o que levava o Império a não vislumbrar nenhuma perspectiva de melhora, num sistema "partidário" que contava com a antipatia inclusive do Imperador, D. Pedro II. Estamos assim. A "oposição" apenas espera o PT cair de podre, como eles caíram, pois enxergam hoje, em grande parte dos CCs indicados por esse partido, os seus mesmos defeitos (e têm razão, em grande parte). Por isso, nem se dão ao trabalho de apresentar um candidato passável (quem, em sã consciência, votaria "naquilo", lá de Minas?), contam apenas com essa "revolta" vazia, "antiPT", antiDilma", antiBrasil, antiEconomia, antitudo, antisimesmos, irracional, assumida por um camada de pessoas ignorante o suficiente para não compreender que essas candidatos e seus apoiadores só cuidam dos setores mais abonados do empresariado, (de olho numa eventual disparada do dólar), e da classe média BEM ALTA para cima; cuidam obviamente, dos RICOS de verdade, quer dizer, falando CLARO: se você não tem pelos menos algumaS casas e apartamentoS em bairros nobres de cidades importantes (no exterior também), e empreendimentos, e fazendaS produtivas, e barcoS, e pelo menos UM avião, funcionando (jato, claro), você NÃO CONTA, ok? Empregados, funcionários públicos, mesmo bem pagos, são pés-de-chinelo para essas pessoas, ok? Não passam de serviçais sem autonomia. Quem se identifica com essas pessoas se assemelha ao cão que pensa que é o dono. Na hora da verdade, vamos ver quem é sacrificado? Se o PT não cair de podre agora, pensam eles, cairá na próxima eleição, pouco importa, porque eles sabem que estavam ricos antes, e ficaram ainda mais ricos com as últimas administrações, mas um caos econômico agora servirá muito bem para virar o tabuleiro e recomeçar o jogo em melhores condições (para eles(as)). E daí se houver prejuízos, da classe média dependente de salário para baixo? Em uns 10 a 20 anos tudo se arruma, pensam. Eles (nós) sempre dão um jeito... E os ricos (eles) nunca precisaram pagar (nem com dinheiro nem com cadeia)... Se têm alguma dúvida, basta saberem que a última "obra" dessa turma se chamou Fernando Collor. Digo isso porque observo que a maioria dos antiPT e antitudo não têm candidato e não têm proposta. Topam tranquilamente ir para um futuro vazio, votar em lixo, ou não votar, crentes de que por lá existe "gente decente". Claro. Tão decente que tem dinheiro na Suíça e em outros paraísos fiscais, e não irá proteger seus eleitores bocós. Nunca pensei ver o país tão a perigo pelo voto de mentecaptos. Esse é um dos males da "democracia" que temos vivido, e, em especial, um dos males do voto obrigatório, sobre o qual nem quero falar. Urge uma reforma política séria, que permita deixar acéfalos, de qualquer classe social, de fora das eleições, pois eles entortam a balança, ou pior, podem criar, como agora, um falso "equilíbrio", como se houvesse dúvidas, entre avançar, ou pôr tudo a perder. >>  (Álvaro Oxley Rocha)

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