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domingo, 5 de maio de 2013
"Através da falta de consciência, por força de nossas frustrações e falta de sabedoria, armamos nossas mentes. Eis portanto o maior perigo: nossos corações e mentes estão quase sempre armados e prontos para atirar. É preciso desarmar nossas consciências, trocando a ignorância pela clareza perceptiva. Mas temos muito medo. Tememos perder o controle, e cair em um abismo negro de incertezas. (...) Existem realmente os românticos da paz. São pessoas quase sempre de generosidade e boa vontade, mas sem grandes argumentos e quase sempre interessadas em fundamentar suas vidas em uma perspectiva mais sonhadora e feliz, sem nenhuma ideia consciente do que a busca da paz signifique. Em outros casos, são pessoas que confundem o engajamento social radical com paz e harmonia, e procuram impor suas ideias a partir de uma veemência intransigente, apaixonada. Mas a real não-violência, o Ahimsa, é uma ação amadurecida. Não é possível ser pacífico sem conhecer profundamente as raízes do sofrimento perceptivo, reconhecer e tocar em si mesmo os próprios ódios, medos e frustrações – e efetivamente superá-los, libertando a mente. Portanto, não pensem que a postura pacífica construtiva derive de uma visão romântica ou passional do mundo. O real pacifista sabe muito bem como seu próprio coração pode estar armado e pronto para atacar. Mas ele aprendeu a arte do Ahimsa, e agora sabe como desarmar a si mesmo." (Tam Huyen Van)
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