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quarta-feira, 31 de maio de 2006

Ontem finalmente eu vi 'What the bleep do we know?' - que é de muito mau gosto na trilha sonora e na estética visual, mas que é muito bom de conteúdo. Melhores momentos:

"Nesse mar infinito de possibilidades que existem à nossa volta, por que continuamos recriando as mesmas realidades?"

"As partículas ocupam um espaço insignificante nas moléculas e átomos. São partículas fundamentais. O resto é vácuo. Parece que essas partículas aparecem e desaparecem o tempo todo. Para onde vão quando não estão aqui? Essa pergunta é complicada. Vou dar duas respostas: #1 vão para universos alternativos, onde as pessoas fazem a mesma pergunta quando elas somem e vêm para cá. - Para onde elas foram?"

"Existe uma parte espiritual no cérebro que todos podem acessar, é algo que todos podem fazer. Temos que formular o que queremos e nos concentrar tanto nisso, nos focar e ter tanta consciência disso, que perdemos a noção de quem somos. Perdemos a noção do tempo. Perdemos a noção de identidade. No momento que estamos totalmente envolvidos nessa experiência, perdemos a noção de quem somos. Perdemos a noção do tempo. Aquilo que estamos vendo é a única coisa real. Todos já tiveram essa experiência quando puseram na cabeça que queriam muito algo. Isso é a física quântica em ação, é a manifestação da realidade. É o observador em pleno efeito."

"Quando não olhamos [para um objeto ele] é como uma onda, quando olhamos é como uma partícula. Quando não olhamos há uma onda de possibilidades, quando olhamos só existem partículas. Uma partícula que pensamos ser algo sólido existe no que chamamos de superposição, espalhando uma onda de possíveis localizações. Todas ao mesmo tempo. E quando você olha, ela passa a estar em apenas uma das possíveis posições."

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