Quando eu fico mal, quando a depressão ataca, eu tendo a não querer sair dela, para não voltar à esperança e não dar chance a uma nova queda, uma nova decepção com relação ao momento de esperança. Penso em coisas do tipo das que eu escrevi aqui abaixo. Mas ainda bem que eu tenho um anjo na minha vida, e voltei do inferno. E tenho um novo plano. Não querer desesperadamente fazer arte. Deixar as coisas acontecerem. Porque não é assim. Ocupar mais o tempo. Pedir mais trabalho no trabalho, às noites descansar em casa e conversar com a Manu, nos fins de semana ver filmes e os amigos. Arte: só quando surgir. Fotografia é o mais natural de acontecer portanto vou continuar tirando fotos mais do que fazendo música ou escrevendo poemas. Tentar, e esta é a parte mais difícil, ignorar as quedas, como se elas fossem normais ou como se não há como cair, nem como voar. Viver uma vida mais normal, simples, nem por isso mais pobre, nem teria como ser.
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