"It's a love story", diz o diretor de Solaris (2002), Steven Soderbergh (Full Frontal, Traffic, Erin Brockovich), nos extras do DVD assistido por nós ontem. Depois, ressalta que sua obra não é um remake do Solyaris (1972) do Andrei Tarkovski (bastante falado aqui neste endereço), e sim uma "nova adaptação" ao livro que deu origem ao primeiro filme. O escritor é Stanislaw Lem, um polonês que faz ficção-psicológica, assim como Philip K. Dick e ao contrário da maioria. No Brasil, foram publicados dois de seus livros: o próprio Solaris (1959), O Incrível Congresso De Futurologia e Memórias Encontradas Numa Banheira (1961) - só pelos títulos já valem. Junto com Lem, Alexandre Rodrigues indica, numa matéria para o site Fraude.org, o russo Vladlen Bakhnov. Voltando ao Solaris, essa deve ser a única vantagem de o Tarkovski ter morrido em 1986. O roteiro de Solyaris, escrito por Fridrikh Gorenshtein, resultou numa obra-prima de 165 minutos, falada em russo e misturando preto-e-branco com sovcolor (?). O novo Solaris, o filme de amor, produzido pelo canadense de Ontário James Cameron (Titanic, True Lies, Exterminador Do Futuro), tem 99 minutos - quase uma hora a menos do que o outro. Eu gostei da maioria do filme, mas fiz a burrada consciente de ouvir o que o quarteto lá em cima tinha para falar. O Solyaris eu até já vi, mas não posso falar muito porque faz bastante tempo. Quero ver se alugo neste fim de semana o duplo VHS. A coerência é uma armadilha. Of Ulm.
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quinta-feira, 9 de setembro de 2004
"It's a love story", diz o diretor de Solaris (2002), Steven Soderbergh (Full Frontal, Traffic, Erin Brockovich), nos extras do DVD assistido por nós ontem. Depois, ressalta que sua obra não é um remake do Solyaris (1972) do Andrei Tarkovski (bastante falado aqui neste endereço), e sim uma "nova adaptação" ao livro que deu origem ao primeiro filme. O escritor é Stanislaw Lem, um polonês que faz ficção-psicológica, assim como Philip K. Dick e ao contrário da maioria. No Brasil, foram publicados dois de seus livros: o próprio Solaris (1959), O Incrível Congresso De Futurologia e Memórias Encontradas Numa Banheira (1961) - só pelos títulos já valem. Junto com Lem, Alexandre Rodrigues indica, numa matéria para o site Fraude.org, o russo Vladlen Bakhnov. Voltando ao Solaris, essa deve ser a única vantagem de o Tarkovski ter morrido em 1986. O roteiro de Solyaris, escrito por Fridrikh Gorenshtein, resultou numa obra-prima de 165 minutos, falada em russo e misturando preto-e-branco com sovcolor (?). O novo Solaris, o filme de amor, produzido pelo canadense de Ontário James Cameron (Titanic, True Lies, Exterminador Do Futuro), tem 99 minutos - quase uma hora a menos do que o outro. Eu gostei da maioria do filme, mas fiz a burrada consciente de ouvir o que o quarteto lá em cima tinha para falar. O Solyaris eu até já vi, mas não posso falar muito porque faz bastante tempo. Quero ver se alugo neste fim de semana o duplo VHS. A coerência é uma armadilha. Of Ulm.
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