O Solaris do Tarkovski - vimos, no sábado, depois de uma visita um pouco humorística às estrelas, no Planatério - ganha em conteúdo geral, imagens do oceano de Solaris, visual da estação espacial, ator principal e, sobretudo, em final. Perde apenas na questão do tempo - é muito longo e a primeira parte não me parece ter conteúdo relevante para a "obra como um todo". Nietzsche diria que esse meu texto contém a mania da oposição, e eu concordaria.
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