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quinta-feira, 9 de setembro de 2004

Bukowski com a palavra.

"Eu era um jovem, passando fome e bebendo e tentando ser um escritor. Fiz a maior parte das minhas leituras na Biblioteca Pública de Los Angeles, e nada do que eu li tinha a ver comigo ou com as ruas ou com as pessoas em minha volta. Parecia que todo mundo estava brincando de jogar com as palavras, que aqueles que não diziam quase nada eram considerados escritores excelentes. Seus escritos eram uma mistura de sutileza, artesanato e forma, e era lido e era ensinado e era ingerido e acabou. Era um esquema confortável, uma Cultura da Palavra, muito malandra e cheia de nove-horas. (...) Tirei livro após livro das estantes. Por que é que alguém não diz alguma coisa? Por que é que ninguém sai gritando?" (Prefácio de FANTE, John. Pergunte ao pó. Editora Brasiliense, 1987.)

Ah, eu estava certo! "Na seção de filosofia, encontrei alguns alemães amargurados que me animaram um tempo, mas não passou disso." Quem serão os alemães amargurados? Pois foram estes três que me influenciaram a escrever poesia. E talvez mais o Roger Waters.

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