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quinta-feira, 9 de setembro de 2004

Eu não gosto de câmera lenta. Acho que não. Os clipes do Sigur Rós, por exemplo, da Floria Sigismondi, são todos em câmera lenta, supostamente porque as músicas da banda islandesa são lentas. Eu acho uma saída fácil fazer em câmera lenta e acharia uma saída genial buscar algo lento usando câmera normal. Ou algo não-lento que combinasse com a lentidão da música. Ou algo real combinando com a música, sem pensar tanto no andamento dela. Mas aí a Manu me perguntou E a câmera lenta do clipe de Sunday, do Sonic Youth, dirigido pelo ex da Sevigny, Harmony Korine? Pois é, aquela é muito boa. (Alguém lembra de alguma outra boa no cinema ou na MTV?) Mas aí entra outra questão. Será que eu sou específico demais? Eu acho que neste clipe de Sunday não deveria haver as bailarinas dançando em câmera rápida, nem o Thurston e o Macaulay tocando bandolim. Acho que devia ser o Macaulay e a Rachel Miner (que se conheceram no clipe e casaram em 1998, quando ambos tinham 17 anos) do início ao fim. E só. Ia ser lindo. Sou contra os clipes que têm uma idéia estética e poética e de repente corta para a banda tocando, essas coisas. Como em Bull In The Heather, a banda tocando e a Kathleen Hanna atazanando em volta: bastaria isso! Mas tinha que ter outro ambiente, onde a Kim Gordon fica rolando ridiculamente numa cama. Talvez eu seja minimalista também em imagens em movimento. Nenhum clipe do Sonic Youth e nenhum da Björk me agradam completamente.

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