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sexta-feira, 12 de dezembro de 2003

Entrevista com Lee Ranaldo no ônibus de turnê do Sonic Youth em Philadelphia, em 10 agosto de 2002. Entrevistadores: Dan Ruccia e Greg Lyon da, de Princeton.

Lee Ranaldo - Mesmo numa gravação como a nossa última, Murray Street, em que algumas das músicas originaram-se com coisas que Thurston tem trabalhado no violão, ainda tudo vai para a banda e começa o processo de desmantelamento e remontagem de uma determinada forma. E você sabe que leva um bom tempo para compor e gravar um álbum, um processo de 3 ou 4 a 7 ou 8 meses, e depois você sai e toca isso numa turnê por um longo período, então você investe um tipo diferente de energia nisso.

Lee Ranaldo - Thurston e eu temos trabalhado no mundo literário, publicado livros ou coisas assim, e Thurston e Steve e Jim têm selos nos quais trabalham. Todos temos coisas diferentes que fazemos. Então, nós estamos bem conscientes do fato que temos blocos de tempo que são reservados para o Sonic Youth, durante os quais tentamos não fazer muitas outras coisas.

Greg Lyon - . . . outro dia eu ouvi Dirty Boots pela primeira vez depois de muito tempo e eu pensei comigo mesmo "Uau, essa é uma canção realmente pegajosa!" As composições e estruturas de vocês estão muito mais complexas agora quando parece que não há mais músicas quase-pop pegajosas.

Lee Ranaldo - Você acha que não?

Bem, elas são legais mas? elas estão muito mais complexas, eu acho, do que Dirty Boots. Você não acha?

Lee Ranaldo - Eu diria que não. Eu não acho que elas sejam diferentes de Dirty Boots. Eu acho que uma música como Sunday, do A Thousand Leaves, ou ainda The Empty Page, deste disco, são tão pop quanto Dirty Boots ou alguma coisa daquele período.

(Continua...)

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