Cam Lindsay - Murray Street parece muito mais focado em álbuns como Goo e Dirty, em que a banda explorou um som mais pop...
Steve Shelley - Muitas pessoas têm dito isso. Para nós, todos os álbuns têm melodia e músicas pop, apenas às vezes elas estão feitas de uma forma diferente. As pessoas dizem "Oh, vocês escreveram canções, desta vez!". Nós consideramos o material dos dois últimos discos como tendo um formato de canção e estrutura de música pop, mas a nossa definição do que é música pop talvez seja mais aberto do que a de muitas pessoas. (...)
Cam Lindsay - O que a Smells Like Records está fazendo agora?
Steve Shelley - Eu lancei o vinil de Murray Street, porque a Universal não quis. Eu tenho dois lançamentos para este verão. Um de um músico de NY chamado Tony Scherr, que toca numa banda chamada Sex Mob, foi membro dos Lounge Lizards over the years e tocou com Bill Frisell. Ele tem esse lindo álbum solo que é diferente de todo o trabalho que ele já fez. É realmente bom. Antes, tem um disco solo do Tim Prudhomme, da banda Fuck. Ele gravou em Memphis. É um album silencioso, tipo de disco bonito.
(Stylus, 2003)
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