Quarta que vem, eu, o Muriel Paraboni e o Rafael Brum Ferretti vamos participar do Escritores Que Tocam/Músicos Que Escrevem, no Zelig. Nós três vamos revezar nos instrumentos e nas leituras, por uns 15 minutos. Ontem ensaiamos na casa do Rafa (que era o dono do histórico Sub Jazz e já havia tocado comigo na Larissa No Penhasco). Imprimimos textos do Muriel em folhas de rascunho. Nos versos, eram páginas de uma tese. O Muriel perguntou para o Rafa se a mãe dele está fazendo mestrado ou doutorado. "Doutorado em História. Mas ela é professora de Sociologia na Unisinos." Perguntei o nome dela, porque estranha e imediatamente comecei a achá-lo parecido com alguém que eu já tinha visto. Rosemary Brum. "É esta aqui", mostrou-me no porta retrato. "Ela foi minha professora!", confirmei. "Todo mundo achava que ela era louca", comentei. "Que afudê", ele disse. Logo ela chegou em casa. Que bizarro. Foi para um trabalho que ela pediu que eu li coisas de caras como Locke, Hobbes, Kant e Montesquieu.
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