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terça-feira, 24 de junho de 2003

Eu tinha o projeto de um blog só de visões do corpo feminino. Não deu certo. Estou colando aqui os dois posts que ficaram decentes, para poder extinguir o endereço - a não ser que alguém tenha uma boa idéia acerca de olhos.blogspot.com.

[ Sex Mar 01, 11:32:45 AM | Douglas Dickel | edit ]
No verão dos meus 15 ou 16 anos eu estava na praia com a minha então namorada, Lisiane. Nosso quarto era o que tinha janela para a casa vizinha, dava para ver um chuveiro externo - ao ar livre. Nessa casa, veraneiam famílias da serra gaúcha. Os donos são de Bento Gonçalves, mas eles devem ter amigos de todas as cidades da região. Todas. Naquele ano específico, estava passando os dias naquela casa uma menina muito interessante para mim. Ela tinha o corpo magro e bonito, era de descendência italiana. Devia ter a mesma idade que eu. Minha namorada tinha dois anos menos. Pois então a menina sabia que eu gostava dela, de olhar para ela, e tomava banho todos os dias, depois de voltar do mar, naquele chuveiro que eu via da minha janela. E eu via, da janela do meu quarto, ela passando a mão por todo o corpo, com paciência, sem pressa. Inclusive por baixo do biquíni, claro. E sorria tímida quando nossos olhares se cruzavam. Ela falava pouco, e eu sempre fui tímido nessas horas por causa da adrenalina violenta que eu sinto ao estar interessado.

[ Qui Fev 21, 11:09:08 AM | Douglas Dickel | edit ]
A primeira vez foi com 12 ou 13 anos. Eu era apaixonado pela Aline, dois anos mais nova que eu. Eu achava que ela era a menina mais linda do mundo. Eu ficava mole quando estava na frente dela, ainda mais quando ela olhava para mim com uma sensualidade involuntária, como se o rosto dela tivesse o desenho necessário para paralisar um menino quando ela estivesse encarando. Os pais dela eram amigos dos meus, e eles se reuniam para jogar cartas. Eu e ela também éramos colegas num grupo de dança e freqüentávamos o mesmo colégio.

Num verão, ela foi para a minha casa da praia, em Jardim Atlântico. Ela, a mãe dela e as duas irmãs menores dela. Os pais, tanto o dela como o meu, chegavam no fim de semana. Tinha muita gente na casa, e eu e a Aline dormíamos no chão da sala. Numa noite eu acordei para ir no banheiro e ela estava dormindo de bruços, destapada. A camisola tinha subido e eu tive aquela visão da calcinha, da bunda, das pernas - à vista desde os pés até a calcinha. Depois houve outras duas revelações. Uma foi voltando do mar. A conversa era sobre a areia que entra nas roupas de banho. Andávamos pela rua lado a lado, e ela então colocou o biquíni para a frente a fim de mostrar a areia. Vi os pequenos seios de uma menina de 11 ou 12 anos. A segunda também foi na praia, também foi dos seios. Havia aquela geleca de brincar, uma gosma que a gente fazia de tripas. A minha era verde. Um dia ela levantou a camiseta para colocar a geleca na barriga. Levantou até aparecerem os seios.

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