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segunda-feira, 9 de junho de 2003

O ponto alto do fim de semana enquanto-Manuela-estava-em-Nova-Prata foi a minha mãe ter estado no ensaio da Blanched. Ela foi para saber onde fica (e levar lá eventualmente as roupas que eu deixo com ela para lavar e passar) e levar umas bergamotas. Entrou no estúdio para ver apenas uma música: e foi Cada Um. Toda aquela seqüência de instrumentos entrando e depois saindo, chega o momento do pandemônio. Eu não via a hora de ele chegar. Quando chegou, eu olhei para a minha mãe, e ela estava balançando a cabeça afirmativamente. Terminada a música, comentei que entramos muito bem naquela parte. E que eu me arrepiei. E a minha mãe também disse que se arrepiou. (Mais uma ocorrência que comprova a minha tese de que a música da Blanched, a música em geral feita para provocar sensações que deixem "marcas indeléveis na pele", é universal, diante da qual não tem como ficar indiferente. E este é um dos principais objetivos da arte.)

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