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quarta-feira, 21 de maio de 2003

O outro rock gaúcho
Por Daniel Spot
(Site Candango. Fico devendo o link.)

"A cena independente do sul do país é uma das mais comentadas do Brasil. Fala-se que lá as bandas são unidas, organizadas e o público realmente apóia os eventos. Quando se menciona essa cena, alguns nomes logo vêm à cabeça: Cachorro Grande, Feichecleres e Tequila Baby. Mas o rock gaúcho é formado apenas por grupos for fun? Pode ter certeza que não. Apesar de não muito conhecido, existe todo um conjunto de bandas no Sul que não são engraçadinhas nem filhotes de Cascaveletes, e não seguem à risca a cartilha de Joey Ramone. Músicas mais tristes, ou com mais poesia, mais densas... Várias são as vertentes. E influências de Sonic Youth, Radiohead e Jesus And Mary Chain também são comuns. E aí temos uma outra cena, formada entre outros por Superphones, ESS e as três que daremos enfoque aqui: Blanched, Tom Bloch e Deus E O Diabo. (...)"

Uma vez eu escrevi aqui que eu poderia morrer feliz porque eu já tinha sido convidado para tocar nas três melhores bandas do Rio Grande do Sul. O Daniel Spot, do fanzine Cheirando Cola, de Brasília, concorda comigo, e eu me lembro daquilo que eu pensei e fico feliz.

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