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quinta-feira, 15 de maio de 2003

ETCOFF, Nancy. A lei do mais belo.

6. O tamanho importa

. . . Brooke Shields e Uma Thurman, de 1,82m, Nicole Kidman e a falecida Princesa Diana, de 1,78m, e Cameron Diaz e Gwyneth Paltrow, de 1,75m.

Antropólogos afirmam que há culturas em que os seios não são considerados sensuais.

As mulheres são os únicos mamíferos que desenvolvem seios redondos na puberdade e os conservam, estando ou não produzindo leite. Os outros mamíferos têm peitos que incham somente quando estão cheios de leite, se reduzindo quando termina a amamentação. Os seios não são símbolos sexuais em outros animais, de jeito nenhum, já que indicam se uma fêmea está grávida, amamentando ou se é estéril. Para os chimpanzés, gorilas e orangotangos, os seios são desestimuladores sexuais.

Desmond Morris sugeriu que os humanos desenvolveram seios grandes e redondos como uma maneira de desviar o interesse masculino para a parte da frente e encorajar a união face a face.

Com tanta comida disponível e tão pouca energia gasta, não é de admirar que as cinturas estejam se alargando.

Não somos preguiçosos, hipócritas, glutões ou malvados, somos humanos. E temos de lidar com milhões de anos de evolução, que selecionou pela capacidade de comer com grande apetite, armazenar gordura e consumir o máximo de gordura, sal e açúcar. Estamos adaptados a um mundo de fome periódica provocada pelas secas, inundações, terremotos e a escassez de plantas e caça.

A razão por que nos tornamos obesos não é um mistério: temos comida em abundância, um corpo não equipado com freios suficientes para gordura e doces e organizamos o mundo de modo a precisarmos cada vez menos de exercícios físicos para sobreviver. Somos obrigados a fazer o que não é natural: a recusar comida e nos envolver em uma atividade sem propósito em nome de queimá-la e manter nosso corpo em forma.

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