"E é interessante ver que pelo fato da festa ter começado cedo às 2 da matina eu tinha a sensação de que já era tarde, muito tarde, tanto que fui prá casa dormir." (Charles Pilger)
" . . . horário confuso. Não é um horário em que as festas costumam acontecer. As pessoas agem por condicionamento." (Tiago Ribeiro)
É justamente isso. Se a cultura fosse modificada, o fim de semana não seria um inferno de desregulação do sono. Foi maravilhoso a festa que comemorou a criação da seita charbista ter acabado à 1h30 sem incomodar tanto os vizinhos e sem a sensação de que foi curta, PELO CONTRÁRIO. (Houve muitas gerações de visitas: Porsche, Nay, Tiago, Dudu, Felipeta, Arlen, sua acompanhante, Mauricio, Leonardo, Kó, Nina, Leobrit, Jamile, Zé, Fergs, Bruno, Paul Giamatti, Madi, Morsa, Vinícius, Vicente, Pimenta, Charles. Eu fiquei FORA DO AR com um certo bolo. A Manuela representou-se na camiseta azul do Washing Machine dela que eu usava. O Porsche atazanou falando mal do NYC Ghosts & Flowers e defendendo questões mercadológicas da arte. A Nay, com quem eu já havia almoçado, me deu abraços apertados. O Leonardo sorriu muito com o happening Poliéster. O Arlen foi uma ótima dupla para improvisos musicais. O Charles disse que o golfinho ganha do tubarão no combate corpo-a-corpo.) As pessoas começaram a chegar DUAS HORAS DEPOIS do marcado. A maioria deve ter pensado "A festa deve ir até a noite". Claro que ela iria, mas o Porsche, o primeiro a chegar, disse uma coisa interessante: "Eu não gosto de atraso, acho uma falta de respeito". Deve ter havido quem não compareceu PORQUE era à tarde a festa.
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