Beijei a Björk na boca ontem. Quando encontrei ela eu fiquei emocionado, quase chorei. Primeiro beijei no braço. Segundo beijei no rosto. Mas terceiro beijei na boca. Mas foi rápido, porque os aparelhos móveis estavam atrapalhando. Fui tirar o aparelho para ele parar de atrapalhar, mas tinha outro. E outro. E outro. E outro, e outro, e outro. Nunca paravam de sair aparelhos móveis da minha boca. Foi um sonho.
Num sonho da semana passada eu estava comendo duas irmãs. Eu estava sentando num sofá e elas se revezavam, peladas, sentando em cima de mim. Certa hora, uma delas deitou de pernas abertas, me alcançou uma camisinha e disse: "Goza." Então eu acordei e voltei a dormir. O sonho continuou. Elas não estavam mais a fim, mas eu comecei a ler algo que despertou tesão numa delas novamente. Fomos os três até a beira da praia para transar. O céu era relampejante, sobrenatural. Chegando no mar, as duas me trocaram por outros dois caras. E eu chutei alguém que estava deitado no chão.
|
|
http://soundcloud.com/input_output |
:: trabalho artístico :: projeto musical input_output | desenhos | fotografia instagram | fotografia flickr | pesquisa de discos | pesquisa de filmes | programa podcast musical ::
:: catarses musicais inativas :: hotel | blanched | o restaurante | homem que não vive da glória do passado ::
:: no pé da página :: currículo | discografia ::
quarta-feira, 30 de janeiro de 2002
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário