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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

"Você sempre pergunta o que é que acontece depois da morte. Entretanto, você nunca perguntou o que acontece antes da morte, o que acontece agora na sua vida. Em que consiste a sua vida? – trabalho, escritório, dinheiro, dor, esforço, subir a escadaria do sucesso. Essa é a sua vida, e a morte põe fim a tudo isso. E seria possível por fim, ainda em vida, ao seu apego, à sua crença? Enfim, a beleza de por fim a alguma coisa voluntariamente, sem motivo, sem prazer – você consegue fazer isso? No terminar há um novo começo. Se você terminar, existe algo, as portas se abrem, mas você quer ter certeza, antes de terminar, que a porta se abrirá. Então você nunca termina, nunca acaba com o seu motivo. A compreensão da morte é viver uma vida findando interiormente.

"Será possível morrer todos os dias para tudo que se conhece – exceto, claro, o conhecimento tecnológico, a direção em que fica a sua casa, e coisas assim. Noutras palavras, pode-se morrer psicologicamente todos os dias, de modo que a mente permaneça fresca, jovem e inocente? Isso é morte. E, para se deparar com isso, é preciso não haver qualquer sombra de medo. Desistir sem discussão, sem resistência alguma – isso é morrer. Já tentou fazê-lo? Desistir sem um murmúrio, sem restrição, sem resistência, da coisa que lhe dá mais prazer (as coisas penosas, é claro, a pessoa quer afastar mesmo). Realmente desistir, deixá-las ir. Tente isso. Então, se você o fizer, verá que a mente se torna extraordinariamente alerta, viva e sensível, livre e aliviada. A velhice então assume significado bem diferente, e não algo a ser temido." (Krishnamurti)

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