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domingo, 15 de fevereiro de 2015

Sobre Birdman.


"Em diversos momentos, o cineasta parece tomar para si esse caráter quixotesco e ególatra ao chamar a atenção para seu próprio esforço no comando da produção. (...) Por apostar tão firmemente neste artifício visual, o cineasta por vezes se porta como menos interessado nesse projeto de crítica cínica e bastante visceral à indústria do entretenimento e mais dedicado a alimentar o próprio portfólio ao ampliar seu repertório de artimanhas.

"A lição sobre economia de roteiro passada por Mike a Riggan logo no primeiro contato entre os dois – algo como 'Pare de repetir o que já disse quatro vezes de formas diferentes' – aparenta ter sido completamente ignorada por Iñárritu e as outras seis mãos que escreveram Birdman, uma vez que o que se vê em tela é uma ópera de repetições exaustivas e supostamente ácidas sobre o estado da indústria e da arte e a forma como as duas coisas mais se destroem do que coexistem.

"O olhar exagerado e alarmado de um cineasta que acredita ter descoberto a pólvora e o discurso de catástrofe berrado por seus personagens se confundem e se igualam em rasidão, inconsistência e pobreza de conteúdo. Sufocados por uma técnica virtuosa que infelizmente se encontra à serviço de uma confusão de vozes desesperadas (...)." (Virgílio Souza)



"Um grande filme sobre um astro do cinema buscando a redenção na carreira. Não, não é Birdman, de Alejandro González Iñárritu, mas Mapas Para as Estrelas, 21º longa do canadense David Cronenberg e um dos filmes mais sombrios e malévolos já feitos sobre a indústria do cinema. Mapas faz Birdman parecer A Noviça Rebelde." (André Barcinski)

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