Agora veio o exemplo perfeito: mordida no ombro faz cosquinha e arrepia, o Chiellini tá rindo daquilo; o Materazzi sequer caiu por causa da cabeçada do Zidane, uma vez que o tórax, alvo do golpe, permaneceu na mesma linha, as pernas é que avançaram pra (auto)provocar a queda; agora, o que a Fifa (e a polícia?) fará com o HOMICIDA Zúñiga? Detalhe: o JUIZ das duas partidas não fez NADA com os agressores.
Isto, sim, é coisa de animal. Mordida e cabeçada simbólica não fez mal pra ninguém.
Zúñiga: – Foi uma jogada normal. Nunca tive a intenção de fazer mal ao jogador. Quando estou em campo, faço de tudo para defender o meu país, é a camisa que eu visto.
Aí é que tá: faz DE TUDO. Não dá pra fazer DE TUDO (QUALQUER COISA).
"É uma coisa lamentável. Uma situação que poderia ser evitada. Não poderia passar pelo meio, o Neymar não é transparente. Não gostei daquele joelho levantado. Então me faz crer que foi uma falta com intenção de machucar. Essa é uma situação que será difícil para a Fifa ou qualquer comitê aceitar." (Fabio Cannavaro)
"Começo este texto com uma breve explicação jurídica. Imagina que um sujeito vá a uma festa e encha a cara. Na saída, alguém mexe com a mulher dele, e ele resolve dar um soco na cara do engraçadinho. Em princípio, temos apenas um caso de um bêbado idiota que poderia passar um par de noites no xilindró. Imagine, porém, que o cara que toma o soco na cara cai no chão, bate a cabeça na calçada e morre. De repente, o bêbado idiota passou a ser um assassino bêbado idiota. Não, ele não pensou que ia matar o engraçadinho, mas o agrediu propositalmente, e foi isso que gerou a morte. É o que, em direito, se chama homicídio culposo." (Caio Maia/Trivela)
Aprenda a dar uma joelhada saltando:


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