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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

(Não-)Perdoar: "Não é natural que devamos nos sentir 'imperdoantes' por causa de uma pessoa ou um acontecimento que nos feriu - de maneira talvez grave e irreparável? Do ponto de vista comum, a resposta é sim. Do ponto de vista da prática zen, a resposta é não. O não-perdão está alicerçado em nossos pensamentos habitualmente centrados em nossa própria pessoa. Quando acreditamos neles, são como uma gota de veneno em nosso copo de água. A primeira e monumental tarefa consiste em rotular e observar esses pensamentos até que o veneno possa evaporar. Então o trabalho maior pode ser efetuado: o vivenciar ativo, como sensação física corporal, do resíduo da raiva no corpo, sem nenhum apego aos pensamentos autocentrados. A transformação em perdão, que está intimamente relacionada com a compaixão, pode ocorrer porque o mundo dualista da pequena mente e seus pensamentos foram abandonados pelo vivenciar não-dual, não-pessoal, que é a única maneira de sairmos de nosso buraco infernal do não-perdão." (Charlotte Joko Beck)

"Perdoar a quem nos magoou é difícil: exige vontade, força e tempo. Há ainda uma outra dificuldade associada ao perdão: perdoar implica renúncia à nossa imagem de maltratados, de destroçados, de vítimas. Quando não conseguimos perdoar, ficamos dominados pelos seguintes sentimentos: a) perpetuar em nós e nos outros o mal que nos fizeram - é o mecanismo defensivo da 'imitação do agressor', como que por instinto de sobrevivência a vítima procura identificar-se com seu agressor; b) viver com um ressentimento permanente - prejudicando o sistema imunológico; c) permanecer preso ao passado; d) vontade de vingança." (Emma Martínez Ocaña)

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