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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
"E pra 2014 eu espero menos carro, muito menos carro (no singular). (...) O que eu acho é que a maioria das pessoas usam carro somente por comodidade. Até entendo um cara que usa por status, tem sentido. Mas e o resto? Quem sabe em 2014 vamos caminhar mais pela cidade, andar de bike, de bus, e de vez em quando aquele tx ou lotação. E deixar o carro para aquela viagem de fim de semana. Não há sentido nem explicação na maioria das 'bandas' de carro que alguém dá no dia. Quase todas poderiam ser feitas de outra forma. Nunca tive carro. Ando de bike (a pé, bus...) há mais de 12 anos (não pertenço a nenhum movimento), busco e levo minha filha na escola assim, para o espanto de muitas crianças. E as pessoas reclamam de engarrafamento, da falta de lugar para estacionar na rua, do motoqueiro, do azulzinho... (...) Quem tá dentro de um carro, está fora da cidade, fora do mundo. Tá na hora de parar de olhar só para a frente, como um cavalo de cancha reta. Há muito coisa para ser vivida fora das quatro portas. Que em 2014 as pessoas se encontrem nas calçadas, nas ciclovias, no banco do bus para puxar uma conversa ou simplesmente olhar pela janela." (Gustavo Spolidoro)
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