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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
"O labirinto é, essencialmente, um entrecruzamento de caminhos, dos quais alguns não têm saída e constituem assim impasses; no meio deles é mister descobrir a rota que conduz ao centro dessa bizarra teia de aranha. A comparaçnao com a teia não é aliás exata, porque a teia é simétrica e regular, enquanto a essência mesma do labirinto é circunscrever no menor espaço possível o mais completo emaranhamento de veredas e retardar assim a chegada do viajante ao centro que deseja atingir. (...) O labirinto seria uma combinação de dois motivos: o da espiral e o da trança, e exprimiria uma vontade muito evidente de representar o infinito sob os dois aspectos de que ele se reveste na imaginação do homem: isto é, o infinito eternamente em mutação da espiral, que, pelo menos teoricamente, pode ser pensada como sem fim, , e o infinito do eterno retorno representado pela trança. Quanto mais difícil a viagem, quanto mais numerosos e árduos os obstáculos, mais o adepto se transforma e, no curso dessa inicação itinerante, adquire um novo ser." (Leonardo Da Vinci - dentro do Dicionário de Símbolos de Chevalier e Gheerbrant)
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