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terça-feira, 8 de junho de 2010
"A categoria adequada para o novo teatro não é a de ação, mas a de estado ou situação. O teatro nega intencionalmente, ou ao menos relega a segundo plano, a possibilidade de 'desdobramento do enredo' que lhe é própria na qualidade de arte temporal. Isso não exclui uma dinâmica particular que se mobiliza no 'âmbito' do estado - poder-se-ia chamá-la, por distinção com a dinâmica dramática, de dinâmica cênica. O estado é uma figuração estética do teatro que mostra mais uma composição do que uma história, embora haja atores vivos representando. Não é por acaso que muitos artistas do teatro pós-dramático vieram das artes plásticas. O teatro pós-dramático é um teatro de estados e de composições cênicas dinâmicas." (Hans-Thies Lehmann)
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