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sábado, 19 de junho de 2010

1. Zero Hora dominical publicou reportagem sobre o engarrafamento insuportável da BR-116. O problema mais destacado por eles foi o impacto econômico, geral e para o "bolso" dos motoristas. O máximo de humano mencionado foi quanto ao dissociado corpo: um problema de coluna. Quem já enfrentou engarrafamentos sabe que existe um impacto imediato, e esse não é econômico, mas reflexo no corpo da desumanidade mental/espiritual de tal situação. Onde vai parar esse modo de pensar da "humanidade" e dos jornalistas?

2. Marcos Rolim escreve na ZH de domingo que 87% do merchandising e 70% das propagandas de bebidas alcoólicas se dão nos intervalos dos programas esportivos, e faz um alerta sobre a incompatibilidade da droga com o esporte. Mas a questão é que essas propagandas não se destinam a esportistas, mas a torcedores. Porque torcer para o clube ou para a seleção pressupõe entrar em coma alcoólico. Um tipo de torcida que não funciona nada, porque quem não consegue acompanhar um jogo não consegue escolher o que mentalizar, e quem está alcoolizado sequer consegue mentalizar qualquer coisa.

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