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sábado, 26 de setembro de 2009

La mort d'une putain. Au present nous sommes seul. Cancer mon amour. La mort d'une putain. Au present nous sommes seul. Cancer mon amour. La mort d'une putain. Au present nous sommes seul. Cancer mon amour. La mort d'une putain. Au present nous sommes seul. Cancer mon amour. La mort d'une putain. Au present nous sommes seul. Cancer mon amour...



"Porto Alegre é demais."
Frases do crítico Renato Mendonça, da Zero Hora.


"É impossível tentar descrever Quartett de maneira tradicional, isolando os elementos da encenação. A principal característica de Wilson é justamente a de que ele não distingue luz, gesto, som, intenção, cenografia - ao contrário, descobre suas complementariedades e as integra."

"Cada encenação de Wilson se assemelha a um organismo original, à qual os espectadores têm acesso às vísceras e intenções."

"Desse descarnamento do que é supérfluo surgem cenas fragmentadas, como se a realidade tivesse a dinâmica da memória e do sonho, que aproveitam o que é real para atribuir significados que são sonegados pela consciência vigilante."

"A insistência da Marquesa em repetir uma frase, por exemplo, não é gratuita: pode ser a urgência de sua vida, mas pode ser também a insistência do encenador em marcar um ritmo para a cena."

"Essa mania de puxar o tapete porém tem o efeito colateral de afastar o espectador, ao menos no campo emocional. Ao final de Quartett, o contentamento do público que lotou o Teatro do Sesi podia ser creditado muito mais à fruição estética e à descoberta de uma maneira original de se fazer teatro, em que atores, cenário, luz e som são um quarteto indissolúvel. Mas seria difícil identificar alguém que tivesse se comprometido emocionalmente com Quartett."


Foto: Ângela Alegria

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