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sexta-feira, 5 de outubro de 2007

De uma apostila de português, exercício para pontuar: "É preciso, pois, para poder filosofar, não apenas passar pela existência, mas vivê-la, acompanhá-la solidariamente, degustá-la."

Esse curso que eu fiz para somar horas necessárias à promoção era sobre acentuação, orações subordinadas e pontuação. Acho que fora a ortografia, para entender o resto da língua é preciso ser bom em matemática, ou melhor, em lógica. Quem tem dificuldades para raciocinar, não consegue entender a diferença entre orações adjetivas restritivas e explicativas. Os professores fazem um esforço tremendo falando em "representa a totalidade do grupo" e "representa um indivíduo do grupo", o que eu acho bobagem, macete, porque o entendimento está antes disso, mas mesmo assim não adianta, as pessoas colocam vírgula onde não tem e não colocam onde precisa ter. Os problemas mais críticos e revoltantes são esse e o da elipse do verbo. Uma vez aprendido que a vírgula marca a elipse do verbo, as pessoas enxergam elipses em todo canto, sendo que o verbo está bem ali. Elas acham a regra bonita e têm prazer em usá-la, gratuitamente, apenas para ostentá-la e mostrar que sabem aquela coisa bonita - e que sabem usar coisas bonitas, em geral. É semelhante a ir ao Press Café na Hilário Ribeiro.

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