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sexta-feira, 19 de novembro de 2004

1. "Há uma história maravilhosa sobre o deus da Identidade, que disse 'Eu sou'. E, assim que disse 'Eu sou', teve medo. Porque passou a ser uma entidade, no tempo. Então pensou: 'De que eu poderia ter medo, se sou a única coisa que existe?' E assim que o disse, sentiu-se solitário, e quis que houvesse outro, ali, e então sentiu desejo. Aí cindiu-se, dividiu-se em dois, tornou-se macho e fêmea, e originou-se o mundo. Medo é a primeira experiência do feto no útero. (...) O primeiro estágio, . . . sem nenhuma consciência do 'eu' ou de ser. Então, imediatamente antes do nascimento, começa o ritmo do útero e aí surge o terror! Medo é a primeira coisa, a coisa que diz 'eu'. Então advém o terrível estágio de nascer, a difícil passagem através do canal do nascimento, e então... meu Deus, a luz! Você pode imaginar isso? Não é desconcertante que isso repita exatamente o que o mito narra - que a Identidade disse 'Eu sou', e imediatamente sentiu medo? E aí, quando se deu conta de que estava só, sentiu desejo de outro e se tornou dois. É a irrupção, no mundo, da luz e dos pares de opostos." (CAMPBELL)

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