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terça-feira, 3 de agosto de 2004



31/07/2004 - 09h03
Grupos difundem ficção com bula de remédio, cartazes e mimeógrafo
CASSIANO ELEK MACHADO
da Folha de S.Paulo

(...) A partir da semana que vem, por exemplo, você pode topar com ficção inédita de qualidade no muro de um boteco, na fila de espera de um restaurante baiano, no cinema ou na carcaça de uma van onde se vendem baguetes.

Essas são algumas das "livrarias" onde estarão distribuídas as criações do "Na TáBUA". O projeto, que será lançado nesta quinta-feira, no bar Mercearia São Pedro, em São Paulo, literalmente coloca a literatura na parede.

Criado pelo escritor Paulo Scott e pelo ilustrador e quadrinista Fábio Zimbres, o "Na TáBUA" publica a cada mês três cartazes, cada um com uma ficção curta na metade de cima e um desenho preenchendo o andar de baixo.

As folhas tamanho A3 serão coladas em pontos variados de cinco capitais, Rio, Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte e a Porto Alegre dos coordenadores do projeto.

Foi lá, em um evento chamado "PÓQUET: Ruído e Literatura", que nasceu a idéia de colocar as atuais criações em cartaz. Nessa série de "happenings", que fez barulho nas quartas-feiras do underground gaúcho em 2002 e 2003, um dos itens mais cultuados eram seus cartazes.

Se no princípio não havia o verbo, eram só ilustrações e os nomes dos participantes, os cartazes agora ganham textos, textos de todas as gramaturas.

O único limite são os 1.800 caracteres, mas vale tanto prosa quanto verso, de autores consagradões, como Sérgio Sant'Anna ou Luis Fernando Verissimo, de escritores jovens, mas já com estrada, como Marçal Aquino e Joca Reiners Terron, de autores inéditos, como Cecília Giannetti.

A primeira edição do "Na TáBUA", que a cada mês vai lançar três cartazes, terá ilustrações de Zimbres e prosas do já premiado Luiz Ruffato e dos "jovens experientes" Daniel Galera e do próprio Paulo Scott. (...)

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