Follow douglasdickel on Twitter
www.flickr.com
[douglasdickel]'s items Go to [douglasdickel]'s photostream


Instagram
http://soundcloud.com/input_output
:: douglasdickel 18 anos de blog :: página inicial | leituras | jormalismo ::
:: trabalho artístico :: projeto musical input_output | desenhos | fotografia instagram | fotografia flickr | pesquisa de discos | pesquisa de filmes | programa podcast musical ::
:: catarses musicais inativas :: hotel | blanched | o restaurante | homem que não vive da glória do passado ::
:: no pé da página :: currículo | discografia ::

terça-feira, 3 de fevereiro de 2004

Depois que gravarmos todos os instrumentos para o CD da Blanched, vamos inverter o arquivo, e depois inverter de novo. Vai ficar um troço muito doido, cara. Três dias de estúdio: gravadas as baterias e as faixas-guias das cinco músicas, os baixos de quatro músicas e as flautas nas duas músicas em que há. It's a long long way, baby. Por mais que se imagine longo um processo de gravação, é pouco. Cogito mais dois dias só para as guitarras, um dia para sintetizadores e samples e três dias para a mixagem. Haja comida para passar o tempo. Se alguém nos pedir para desenhar todo o estúdio do Fruet, fazêmo-lo com venda preta nos olhos. E já temos novas composições para um próximo álbum, para uma nova fase da Blanched: sem instrumentos: apenas harmonias vocais tipo Beach Boys. Após pesquisas, descobrimos que o abajur blanched, que deu nome à banda, era movido a banha de porco incandescida em caldeirões do tamanho dos atuais estádios de futebol. Cada sumério tinha o seu, e tinha que pagar 40 homens para jogar porcos vivos ininterruptamente dentro do caldeirão. Mas a lâmpada do blanched iluminava num raio de apenas 30 centímetros. Por isso, o abajur não vingou e nada se ouve falar sobre ele nos dias de hoje. Mais se lembra é da festa comemorada no equinócio, numa relação semelhante ao do Papai Noel com o nascimento do Salvador.

Nenhum comentário: