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sexta-feira, 25 de julho de 2003

"O minimalismo tem dois objetivos principais: reafirmar a tonalidade e diminuir o material para composição (daí o nome do estilo). Ele se baseia sobre a repetição constante e hipnótica de pequeninas células rítmicas e melódicas, quase sem modulação. O resultado são obras relativamente longas que apresentam dois ou três temas, todos pequenos, que são repetidos indefinidamente." (Guia On-Line de Música Erudita) "Uma obra pode resumir-se à execução de apenas duas notas. Em geral, o mesmo som é repetido à exaustão. A música minimalista nasce com a série Composições 1960, criada por La Monte Young (1935-). O destaque é Terry Riley (1935-), autor de Em Dó (In C)." "Vindo da música negra (Can), da experimental (Faust), da eletrônica (Neu!), do rock de Detroit (Ash Ra Tempel), do free jazz (Cluster), da psicodelia (Amon Düul II) ou simplesmente de máquinas (Kraftwerk) o ritmo é fator fundamental na caracterização do krautrock. Usando-o como fio condutor por experimentações sonoras diversas, o rock alemão do começo dos anos 70 transformavam o ritmo numa porta para uma quarta dimensão musical, onde não importa quanto tempo dura uma canção e sim o transe que o ouvinte é submetido. (...) as "novas formas" de criação e gravação propostas pelo pós-rock são quase que inteiramente criadas do nada por estes alemães esquisitos. A lógica do sampler nasceu dele, quando a máquina sequer existia, com o baixista Holger Czukay, do Can, fazendo malabarismos e maravilhas com dois microfones e dois gravadores. New wave (Talking Heads, Pere Ubu, Devo) e pós-punk (Fall, PiL, Gang Of Four, Suicide, toda a cena no wave nova-iorquina) procuraram discos de kraut para inspiração." (Alexandre Matias, no London Burning)

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