Quando eu era criança, fiz paródias de marcas de produtos numa daquelas folhas de risque&rabisque. Quando eu era adolescente, fiz várias edições, com lápis 6B e papel A4 dobrado no meio, de um gibi de humor inspirado na revista Mad chamado Ameba. Quando eu estava na Unisinos, fiz três edições de um programa de rádio inspirado em Monty Python chamado Rádio Trash. (O professor Sérgio Endler liberou o grupo que fazia o programa de outras tarefas e provas - ganhávamos nota só pelo Trash. E até hoje o Endler mostra o programa como exemplo para os novos alunos de radiojornalismo. Um dos integrantes era o Fabiano Baldasso, que tinha o primeiro contato com programas de rádio e que acabou tornando-se repórter esportivo da Rádio Gaúcha.) Ainda na universidade, comecei a fazer - acabou não sendo editado - o Monte Pai, Tom, que era para ser um vídeo de esquetes do Monty Python traduzidos e encenados por mim e alguns colegas no estúdio de tevê da Unisinos. E eu tenho todo esse material guardado! (Um dia eu vou digitalizar tudo.) Tive também o Nonzine, um site de contos nonsense.
O humor era um dos meus focos de criação, junto com a música e o jornalismo musical. Hoje já não é mais. Entraram na roda coisas como a poesia. Mas ele ficou no meu ser.
A Manuela diz que eu sou engraçado e performático :D

Nenhum comentário:
Postar um comentário