|
|
http://soundcloud.com/input_output |
:: trabalho artístico :: projeto musical input_output | desenhos | fotografia instagram | fotografia flickr | pesquisa de discos | pesquisa de filmes | programa podcast musical ::
:: catarses musicais inativas :: hotel | blanched | o restaurante | homem que não vive da glória do passado ::
:: no pé da página :: currículo | discografia ::
domingo, 29 de setembro de 2013
"Nunca houve um final alternativo. Nós sentimos que seria trapaça não ter um fim que fosse especificamente aquilo que nós queríamos dizer... Foi como sempre planejamos. Estou certa de que haverá um monte de discussão e controvérsia a respeito, mas para aqueles de nós que estiveram envolvidos na série desde o início, pareceu - e parece - certo. (...) Eu amo o desfecho de Dexter desta jornada de oito anos, antes dele desconectar os aparelhos de Deb: Por mais que eu tenha fingido o contrário, por tanto tempo tudo que eu queria era ser como as outras pessoas, sentir o que elas sentiam... agora que eu sinto, eu só quero que pare. Tem um sentimento tão humano, a dor de se estar vivo, e ele sente isso de maneira tão acentuada... É um pedaço belíssimo de roteiro em voiceover que resume a série inteira... Para mim esse é um momento muito poderoso no qual eu entendo que ele entende o que tudo isso custou, e o que ele está deixando para trás." (Sara Colleton, produtora executiva de Dexter, tendo alucinações depois de comer cocô)
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário