Achei uma carta 10 de Paus na calçada ontem.
A carta 10 de Paus [como arcano menor] significa que você se encontra subjugado por um fardo pesado, seja este provocado por alguma tarefa árdua que exija grande responsabilidade, encargos acrescidos que não param de lhe dificultar a vida ou até mesmo um fardo emocional que o tem deprimido.
Independentemente do que o está a afligir, tente ponderar sobre o assunto, pense no que poderá ser alterado na sua vida que venha a ter o impacto que deseja. Você poderá estar demasiado conformado com a sua rotina diária, que deixou de vislumbrar o mais além, deixou de pensar nos seus objetivos reais, no que realmente deseja e anseia.
Tente delegar tarefas, organize o trabalho distribuindo-o por outros que o possam ajudar. Lembre-se que pedir ajuda ou fazer algo em conjunto com outras pessoas não é pejorativo, antes pelo contrário, revela em si a sua capacidade de coordenação e orientação e poderá até vir a dar-lhe uma maior satisfação pessoal do que se tivesse que fazer tudo sozinho. (Web-tarot.com)
O décimo arcano maior é a Roda da Fortuna.
"A reflexão sobre as eternas revoluções da Roda pode ajudar-nos a experimentar a simultaneidade de todos os opostos - até as forças aparentemente irreconciliáveis chamadas nascimento e morte. Meditando sobre esta carta experimentamos um mundo não criado no tempo — um sistema que começa e acaba interminavelmente. Quando aquietamos a respiração e sincronizamos as batidas do coração com o movimento da Roda, estabelecemos ligação com o nosso próprio nascer e o nosso próprio morrer; e não como dois acontecimentos discretos, que marcarão o princípio e o fim de uma experiência linear chamada vida, mas como dois aspectos sempre presentes de um processo contínuo, cujas revoluções se estendem até o infinito. Nesses momentos experimentamos a Roda como se ela se movesse através de todo o tempo, fiando ciclos contínuos de nascimento, morte e renascimento. Nessas ocasiões já não achamos o seu movimento um gesto estéril e repetitivo, uma ondulação incessante do dia para a noite e da noite para o dia. Começamos a sentir que cada alvorada sucessiva traz um dia inteiramente novo e que a escuridão e cada noite nos envolve de novo em seu ventre negro. Em tais momentos de introvisão nossos ossos e tendões zunem com nova vida e nosso sangue canta com todo o conhecimento seguro de que nos levantamos cada dia recém-nascidos." (Sallie Nichols)
Avaliando a foto acima: o I0 pode ser visto como ô e º, o que não significa nada, mas também como io e oi, sendo que io (i_o, input_output) é a minha "pergunta feita ao tarô". O dez de cima parece alguém de olhos fechados botando a boca no trombone, e o dez de baixo parece, nesse ponto de vista, alguém de olhos bem abertos e de boca fechada com expressão de resignação, quase tristeza. Talvez signifique que a "resposta" é que eu devo "olhar" menos e "falar" mais.
"A meditação sobre a Roda dramatiza a ideia de que os momentos de nossas vidas não são acontecimentos que, de repente, jorram do nada numa data predeterminada do calendário. Em vez disso são parte de um processo em permanente mutação, no qual o passado se funde no presente e o presente, por seu turno, se inclina para o futuro. O fato de nos ligarmos com a Roda em um dado momento de nossas vidas pode ajudar-nos a aceitar os paradoxos daquele momento. Podemos visualizar o presente fixo num determinado ponto da Roda da Fortuna e observar que esse instante no tempo já se move para outra fase da experiência à medida que a Roda gira. Parece que quanto mais pudermos olhar firme para o momento presente e aceitá-lo como o que Jung não raro denominava uma 'história assim mesmo', mais capazes seremos de observar a Roda como um todo e antecipar o movimento do seu giro." (Sallie Nichols)
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quinta-feira, 7 de junho de 2012
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