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segunda-feira, 31 de maio de 2010
"Desde que Francis Bacon instaurou seu famoso 'Saber é poder', parece como se tudo na vida consistisse em 'dominar a Natureza', ou seja, dominar as coisas, as pessoas, as relações, os problemas. A vida humana desenvolve-se através de muitas relações, as mais variadas possíveis: relações familiares, profissionais, de amizade, de convivência mais ou menos quotidiana; relações íntimas, particulares, solitárias; relações com o sobrenatural, com a Natureza, com a cidade, com a sociedade... Isto se tivermos elencando apenas alguns dos muitos campos que compõem, de fato, a vida humana. Essas relações não são de forma alguma aleatórias. São relações carregadas de sentido. Aliás, precisamente por não encontrar nenhum sentido nesse tipo de relação que os homens pragmáticos se desesperam e se deixam vencer pela angústia, pelo medo, pelo ceticismo ou por qualquer outro fantasma do mundo contemporâneo. Viver uma vida pragmática, prática, de respostas "objetivas" - como se costuma dizer - implica transformar tudo isto em relações bipolares; significa desvirtuar a realidade mais real. Há um tipo de pessoas absolutamente fechado a qualquer valor. Pessoas que são defeituosas, algo assim como cegas ou surdas, embora não queiram reconhecê-lo e encontrem teorias muito sofisticadas para justificar-se. São pessoas . . . com as quais não adianta conversar ou argumentar sobre certos valores; simplesmente não enxergam." (Rafael Ruiz)
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