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segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Eu costumo acreditar que nada é por acaso, e geralmente não demora muito nem é muito difícil perceber qual é a conseqüência boa e importante de um fato negativo. Mas agora, diante desse abrupto corte vertical na minha vida, eu estou intrigado para saber qual será a vantagem decorrente de uma morte, se é que haverá. Será justamente uma lição sobre a fragilidade e a efemeridade de qualquer coisa na vida? Mas e isso não iria me deixar num estado permanente de medo? Será uma tentativa de reformar a minha visão sobre a morte? Será uma forma de me dizer que, por mais que se creia que já se passou por muita coisa ruim, sempre poderá haver mais uma surpresa a seguir? Será parte da contrapartida para uma série de questões favoráveis que eu tenho na minha vida e na minha pessoa, dentro da questão do equilíbrio necessário para o caos? Será um alerta para que eu pare de me lamentar por coisas pequenas (são elas pequenas?) e para que eu dê um impulso na minha vida artística de uma vez por todas? Não sei, todas as possibilidades não parecem fazer jus a uma vida que se vai - nada faz. De qualquer forma, espero que uma ou mais dessas possibilidades apresente(m)-se a mim como forma de amenizar o vácuo na região do meu esôfago. Ainda sinto que sou o Windows sem encontrar um arquivo DLL.

Em tempo: agora eu entendo porque é convenção não ouvir música no luto - porque ela incomoda, it's annoying me... Os condutos por onde passam as melodias estão estilhaçados.

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