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quinta-feira, 19 de maio de 2005

PROJETO N: 44
TÍTULO: O mínimo, intenso

RELATOR: Cláudio Pereira Elmir

MÉRITO DO PROJETO: O trabalho é criativo e original. A captura de imagens imperceptíveis e sua fixação pela fotografia recolhe do mundo aquilo que se oferece à percepção atenta de um olhar especial. O que a mim encanta - e a outros pode causar incômodo - é justamente a busca do "pequeno" [no sentido de simples, eu entendi] e do "grande" contidos nas imagens capturadas por Douglas Dickel, e que encontram muito pouco espaço em um mundo no qual o vertiginoso e veloz fizeram sucumbir a beleza dos instantes de eternidade que ainda podem despertar nossa razão sensível.

CONCLUSÃO: Recomendo o projeto.

RELATOR: Bernardo José de Souza

MÉRITO DO PROJETO: A idéia é bastante interessante, especialmente por apresentar projeto não usual para os padrões da fotografia produzida no estado - ele aproxima a produção fotográfica do cneário contemporâneo das artes visuais. Os exemplares fotográficos apresentados em anexo têm resultados um pouco desiguais. Ainda assim, a maioria das imagens é bastante boa, mesmo que uma ou outra tenha qualidade inferior.

CONCLUSÃO: Recomendo.

RELATOR: Terezinha Medeiros Cunha

MÉRITO DO PROJETO: O proponente apresenta-se como "contemplado" por financiamento deste Fundo no projeto do livro de poemas "Ambivalência", tendo sido considerado autor revelação da Feira do Livro do Jubileu de Ouro, junto com seu parceiro, Muriel Paraboni. O que nos causou certo mal-estar foram os anexos que citam o prêmio e outros recortes sobre o livro (com exceção de um apenas) onde não aparece menção ao investimento do município de Porto Alegre, através do Fumproarte, constando a obra como da "Editora Movimento" ou com "selo da Movimento" [é praticamente inacreditável que a parecerista não saiba que os recortes são de textos alheios, sobre os quais eu não tive nenhum controle - o mesmo release foi enviado para todos...]. Quanto ao presente projeto fica prejudicado quanto [sic] ao mérito, por não haver nenhum trabalho ou técnica especial sobre as fotografias apresentadas. Pareceram-nos [nós? tinha mais de uma pessoa dentro de uma única parecerista?] fotos comuns e ainda "digitais" no milagre dos ocultos recursos eletrônicos dessas modernas [e demoníacas!] câmeras. Seria preciso muito mais do que "olhar de poeta" [está explicado: ela não entendeu] para ver poesia nas mesmas, conforme quer o Proponente e as fases-epígrafes de famosos.

CONCLUSÃO: Não recomendo.

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